Pra onde vai a consciência de quem morre? Um relato etnográfico a partir da biodança
Até um dia desses, eu diria que ela paira por todos os lugares, como pássaros sem asas quebradas. Mas após uma imersão na biodança, me arrisco à dizer que ela está, principalmente, no espaço que é criado quando pessoas dispostas a sentir se reúnem. No último sábado, dia 12 de setembro, éramos 48 pessoas reunidas durante três horas compartilhando duas coisas em comum: o silêncio e o movimento.
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