Raízes Vivas – Cultura afro em São Luís

Cultura afro em São Luís

Nos espaços urbanos de São Luís (como o Mercado da Cidade e o Centro Histórico), por meio da fotografia, é possível visualizar a cultura afro-maranhense que é rica em ancestralidade, moda, religião, tradição e resistência. A identidade da nossa cidade apresenta raízes negras herdadas do passado, que revelam expressões vivas e reafirmam o pertencimento do grupo étnico-racial.

Em cada trabalho no barro ou no artesanato, em cada arte na parede ou outros espaços, em cada história contada, em cada turbante, bolsa, colar ou brinco, em cada representação negra, analisam-se modos de linguagem fundamentados em um conjunto de ideias e valores de um povo que construiu e transformou esse território ao longo dos séculos.

A cultura negra de São Luís exibe uma origem africana que surgiu majoritariamente de povos da Costa da Mina (atuais Togo, Nigéria e Benim) trazidos para o Brasil no século XIX para o trabalho escravo.

Raízes Vivas – Cultura afro em São Luís – Galeria
Trabalho e ancestralidade: a memória viva na produção do artesanato local.
Trabalho e ancestralidade: a memória viva na produção do artesanato local.
Trabalho e ancestralidade: a memória viva na produção do artesanato local.
Trabalho e ancestralidade: a memória viva na produção do artesanato local.
Barro, cor e identidade. A representação da mulher negra moldada pelas mãos da arte popular maranhense.
Barro, cor e identidade. A representação da mulher negra moldada pelas mãos da arte popular maranhense.
A memória de Lúcia Gato — atriz, cantora e ativista do movimento negro no Maranhão — e o respeito à ancestralidade sagrada cravados nas paredes da cidade.
A memória de Lúcia Gato ― atriz, cantora e ativista do movimento negro no Maranhão ― e o respeito à ancestralidade sagrada cravados nas paredes da cidade.
Moda e resistência: o turbante e a valorização da estética e da beleza negra.
Moda e resistência: o turbante e a valorização da estética e da beleza negra.
Trajes típicos e a demarcação cultural no cenário público.
Trajes típicos e a demarcação cultural no cenário público.

Créditos: Jorliane Sousa, Gracyellen Reis e Enyle Lopes